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sexta-feira, 18 de março de 2011

Jefté - Promessas que não deveriam ser feitas


Assim, Jefté passou aos filhos de Amom... e o Senhor os deu na sua mão (Juízes.
11.32)


Uma promessa é uma promessa. Mas algumas, como a promessa de Jefté de sacrificar em holocausto quem quer que saísse para cumprimentá-lo em seu retorno, nunca deveriam ser feitas. Nos tempos bíblicos, uma promessa feita a Deus tinha tanta força quanto um escrito entre duas partes. Jefté, um bravo guerreiro, fez um pesado voto a Deus em retribuição à sua ajuda na conquista dos Amonitas. Não está claro por que Jefté sentiu-se compelido a fazer essa promessa; de qualquer maneira, ela era desnecessária.
Não sabemos realmente o que aconteceu a sua filha – a primeira pessoa que veio ao encontro dele -, se foi queimada como oferta ou separada como virgem, negando assim qualquer esperança de descendentes a Jefté, uma vez que era sua única filha. O que sabemos é que seu voto irrefletido trouxe-lhe um desgosto indescritível.
No meio da agitação pessoal, é fácil fazer promessas tolas a Deus. Quantas vezes você já se pegou começando uma oração: “Deus, se o Senhor me tirar dessa, prometo que vou ...? Essas promessas podem parecer muito espirituais quando são feitas, mas geralmente produzem apenas culpa e frustração quando somos forçados a cumpri-las. Jefté nos lembra do preço de fazer acordos espirituais – eles só trazem desapontamento. Ao invés de despejar promessas a Deus para o futuro, comprometa-se a obedecer-lhe hoje.

Deus não quer promessas para o futuro, mas obediência hoje.

Presbítero Marcos Alencar
Adaptado do livro 365 Lições de vida Extraídas de Personagens da Bíblia.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Como Billy Graham Define a Igreja

"A igreja não é o lugar para se promoverem programas, mas professar a fé. A igreja não deve ser maleável, mas fundada em princípios. A igreja não é para estar preocupada, mas viver em vigor. A igreja não é perfeita, mas predestinada. A igreja não é filosófica, mas pré-determinada. A igreja não faz pressão ou conspurca, mas pronuncia e protege. A igreja não espolia os perdidos, mas ora pelos que estão perecendo. A Igreja não polui a mente, mas provê alimento para a alma. A igreja não profana a verdade; ela possui a Palavra de Deus. A igreja não é passiva ou progressiva; ela é purificante e possessiva. A igreja não deve refletir a cultura pop, mas retratar bons atributos. A igreja não deve procurar os prazeres, mas buscar a Deus. A igreja nada deve promover, mas pregar apenas a Cristo. A igreja não deve ser arrogante, mas principesca – somos filhos do Rei. A plataforma do púlpito não é um playground, mas um lugar de proclamação. A igreja não deve refletir o mundo, mas ser um retrato de Jesus Cristo. A igreja não é uma instituição pública – Cristo a comprou com o seu sangue purificador. A igreja não trabalha para o seu próprio lucro; ela é possessão inestimável de Cristo. O púlpito da igreja não é suporte para um político, mas o lugar do pregador. E, finalmente, a igreja é um lugar para orar por aqueles que não conhecem Cristo e adorar o Salvador por abrir um caminho para a salvação se eles apenas crerem".

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

PENSO!


Definitivamente, não me impressiono com barulhos, lágrimas, risos, alaridos, pulos, línguas e outras manifestações baseadas em mensagens pobres sem consistência bíblica, que abusam de mirabolantes e equivocadas interpretações, que só impressionam as "massas" desprovidas de senso crítico e discernimento, herdeiras de um pseudo-pentecostalismo movido pela simples necessidade de "sentir algo" e desprovido da vital capacidade de reflexão.


Da mesma forma, não me impressiono com discursos polidos, fruto do mero intelectualismo e mecanicismo homilético, cheios de rigor acadêmico, mas vazios da unção e do poder do Espírito.

Não se sente verdadeiramente Deus, quando não se escuta verdadeiramente a sua Palavra.

Penso, logo julgo.

Penso, logo creio.

Penso, logo me alegro.

Penso, logo me quebranto.

Penso, logo glorifico.

Penso, logo exalto.

Penso, logo sirvo.

Penso, logo amo a Deus!

Artigo do Blog do Pr. Altair Germano.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pastoreando suas ovelhas




“Disse-lhes terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me?... Apascenta as minhas ovelhas” (João 21.17).
Muita coisa tem sido feita da pergunta que Jesus fez a Pedro três vezes: “Amas-me?” Alguns pastores e professores falam sobre como essa pergunta cria intencionalmente um paralelo com as três negações de Pedro sobre Cristo. Outros enfatizam as diferentes palavras gregas traduzidas por amor nessa passagem. Quase esquecida em todas essas discussões está a ênfase que Jesus colocou sobre ministrar aos outros.
“Pastoreia as minhas ovelhas” , Jesus disse cada vez que Pedro afirmou seu amor por Cristo. “Se você realmente me ama, cuidará daqueles que me pertencem”. Observe que em nenhuma vez Jesus perguntou se Pedro amava as ovelhas. A motivação fundamental para o ministério era e é o amor por Jesus Cristo e uma disposição para agir. Há outra mensagem aqui também. “Mesmo que você tenha fracassado”, Jesus parece estar dizendo, “eu ainda posso usá-lo nas vidas dos outros”.
“Estive neste fim de semana na Assembléia de Deus do Siqueira na capital Alencarina, com os meus amigos irmão Manoel, Sergio, Lidiane. Igreja liderada pelo pastor Joao Alberto, e sua digna esposa Irma Klelia Lemos. Para a gloria de Deus pude ver e ouvi e senti: “O Amor “ do pastor pelas ovelhas, não apenas de palavras, mas nas atitudes todas elas com carinho fraternal .”O Amor” das ovelhas pelo seu pastor (reciprocidade verdadeira) . Senti o “Amor na calorosa hospitalidade, senti o amor de Deus em cada abraço que ali recebi. Vi uma Igreja família. Vi Jesus! Na vida dos irmãos.”
Que Deus em Cristo continue abençoando o Pastor João Alberto, sua esposa , e toda a congregação dos santos. Sou-lhes grato.
E quanto à sua vida? Você ama Jesu? Está provando seu amor por Ele servindo aos outros? Sua motivação em ministrar é para demonstrar seu amor por Cristo?
Se amamos a Jesus, ministraremos para os outros.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Falar pelos cotovelos...

“Evite as conversas inúteis e profanas e as ideias contraditórias do que é falsamente chamado conhecimento” (1Tm 6:20)
A expressão “falar pelos cotovelos” significa falar demais e provavelmente surgiu do costume que as pessoas muito falantes têm de tocar o interlocutor com o cotovelo a fim de chamar mais atenção.
Quem fala demais acaba se tornando desinteressante e precisa cutucar as pessoas para ser ouvido.
Será que Deus não criou o homem com dois ouvidos e apenas uma boca para que estivéssemos sempre prontos para ouvir, só falando quando necessário?
No texto de hoje, vimos que é preciso evitar quem fala demais. Quem exagera no falar tem a tendência a não guardar segredos, dizer tudo o que pensa e emitir julgamentos a partir do que acredita ser verdade.
Pessoas assim, costumam falar da vida alheia: sobre os problemas, a vida amorosa e as brigas dos outros, e pensam saber tudo o que se passa ao seu redor.
É preciso evitar essas pessoas, na próxima conversa elas falarão mal daquele que a
ouviram. Além das fofocas, falar demais pode se evidenciar pela busca constante de controvérsias. Muitos acreditam que ser polêmico é mostrar inteligência e se envolvem em discussões tolas sobre assuntos inúteis.
No versículo em destaque, Paulo aconselha Timóteo a evitar este tipo de conversa. Nossa fala deveria gerar conciliação!
As pessoas também falam demais quando estão iradas. Dizem qualquer coisa (até aquilo que nem pensam realmente) de forma agressiva e aumentam o problema.
Nestes casos é preciso ter calma e falar somente quando as emoções estiverem controladas. Além de evitar quem fala demais, temos de ter cuidado no falar.
Nossas palavras devem ser ditas com sabedoria e amor, visando aconselhar e encorajar os outros. É preciso ouvir antes de falar e aguardar até que o outro conclua seu pensamento.
Faça isso se não quiser se tornar uma pessoa a ser evitada por falar demais.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Enfrentando fatos desagradáveis

"Porem Micaías disse: Tão certo como Vive o Senhor, o que o Senhor me disser isso falarei" (1Reis 22.14).


Por que os humanos preferem evitar a verdade? É quase como se uma vasta maioria das pessoas consentisse com a conspiração do erro. As regras desse acordo são simples: “Esqueça a verdade – diga-me o que eu quero ouvir! E em troca mentirei para você também”.
Vemos esse principio pervertido na historia de Micaias, um profeta de samaria. Sem deixar-se impressionar pelos bajuladores de Acabe, o rei Josafá, de Judá, queria ouvir um verdadeiro profeta de Deus antes de comprometer seus exércitos com a batalha. Quando o nome de Micaias foi citado, o maligno Acabe fez esta declaração clássica: “Eu o aborreço, porque nunca profetiza de mim bem, mas só mal”.
Não obstante, Micaias foi chamado. Assim que chegou ele se desculpou com um pouco de sarcasmo e então anunciou sua determinação em falar a verdade, não importava o que. Quando Micaías anunciou um quadro deprimente (porém verdadeiro) do futuro imediato, ele recebeu um tapa violento no rosto e foi sentenciado á prisão pelo furioso Acabe.
E você? Em seu desejo de ser amado ou para evitar situações desagradáveis, tem uma tendência de distorcer a verdade? Não honramos a Deus quando mentimos. Quando distorcemos a verdade involuntariamente honramos ao pai da mentira, Satanás! Então, enquanto outros podem achar nossa ficção linda, Deus a considera ofensiva. Ele é o Deus da verdade. E nós devemos ser “cooperadores da verdade”(3Jo8). Determine-se hoje a ser honesto sem importar o preço.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Uma boa vida...

Tese de um pensador russo chamado Guerdjef, que no início do século passado, já falava em auto-conhecimento e na importância de saber viver.
Dizia ele: "Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal".
Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris. Dizem os experts em comportamento, que quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade interna.

- Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
- Aprenda a dizer não, sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
- Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
- Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejamos seus quadros mentais,você se exaure.
- Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho,em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
- Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.
- Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
- Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
- Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
- Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
- Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas, não é a sua própria identidade.
- Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.
- É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
- Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
- Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento
- Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... Para quem quer ficar esgotado e perder o melhor!
- A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
- Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
- Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: A intuição, a inocência e a fé!
- Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Uma Campanha para mudar a Igreja

Há alguns meses prometi lançar uma campanha nacional neste blog. Reconheço que demorei bastante. São as muitas ocupações. Mas aí está. É uma proposta simples para que as igrejas, independente de sua filiação denominacional ou autonomia, suspendam certas práticas durante pelo menos um ano e depois parem para avaliar em que elas melhoraram, onde progrediram, ou se, ao contrário, houve algum retrocesso. Acho a última hipótese improvável, mas é um direito que cada igreja tem de fazer a própria avaliação. Caso o progresso seja percebido, aconselho que a suspensão seja mantida, pois o Reino de Deus só terá a ganhar.

Se você concordar com os termos abaixo, fique à vontade para reproduzir em seu blog (citada a fonte), afixar no mural de sua igreja, caso seja o pastor, ou encaminhar aos seus líderes para que eles tomem conhecimento e avaliem se vale ou não a pena aderir à campanha.

Às propostas:

1. Deixe de promover eventos festivos um atrás do outro, que acarretam enormes despesas à igreja e pouco resultado trazem à vida espiritual dos crentes e à evangelização, mas não abra mão dos cultos "normais", onde todos podem ser edificados mutuamente. Aqui a comunhão pode ser experimentada em sua dimensão mais profunda.

2. Pare de criar nomenclaturas para definir um culto do outro, como, por exemplo, "culto da vitória", "culto de libertação", "culto de avivamento", "culto da virada" etc., pois culto se presta a Deus de acordo com os elementos descritos no Novo Testamento, e todos eles, quando prestados de fato ao Senhor, cumprem todas as finalidades bíblicas.

3. Reprograme as atividades extra-cultos em sua igreja, entre elas os ensaios dos diferentes departamentos musicais, para não correr o risco de um ativismo improdutivo e ter os horários de tal maneira ocupados com tantas programações que o tempo para o verdadeiro culto a Deus seja escasso, trazendo sérios prejuízos espirituais à vida dos crentes.

4. Tome a decisão radical de não convidar cantores famosos para "abrilhantar" os festejos da igreja (até porque estes em grande parte já não mais farão parte do calendário, pelo menos por um ano) e você descobrirá quantos talentos escondidos na própria igreja poderão ser aproveitados, sem custo algum, nos cultos regulares ou em outro evento extremamente indispensável. Além disso, se não houver demanda, os cantores (sem cair no terreno da generalização) deixarão de cobrar os elevados cachês e, quem sabe, aprendam a ver o que fazem como ministério e não como profissão.

5. Não deixe também de valorizar o cântico congregacional. Uma igreja que adora a Deus unida pode experimentar a vida comunitária com muito maior comunhão e proveito do que aquela em que os membros são meros assistentes de culto. Vêm e vão sem nenhum comprometimento com a vida comunitária.

6. De igual modo, pare de convidar pregadores renomados, os quais seguem a mesma linha dos cantores "profissionais" e chegam nas igrejas com os DVDs (ou CDs) da mensagem ainda a ser pregada já prontos para serem colocados à venda na porta da igreja por um preço bem módico. Quem sabe eles (sem cair também no terreno da generalização) da mesma forma aprendam e passem a servir e não buscar serem servidos.

7. Na ausência dos pregadores que não serão mais convidados, pare de "encher linguiça" durante os cultos, não mais ofereça "capim seco" às suas ovelhas, mas prepare-se para a cada culto ter sempre uma nova mensagem bíblica, cristocêntrica, sem apelar para os conhecidos e já surrados chavões, que alimente o povo e lhe aguce o desejo de voltar nos próximos cultos.

8. Pare de valorizar o formalismo da oração, que envaidece o coração farisaico, mas ensine a sua igreja o que significa orar e torne isso parte do metabolismo espiritual dos crentes de maneira que a oração, a conversa com Deus, profunda, livre e sincera, permeie tudo quanto a igreja faça.

9. Pare de promover eventos evangelísticos, mas faça com que a igreja encarne a paixão pelas almas e passe a empregar o velho (mas sempre novo) evangelismo pessoal como meio de alcançar os perdidos para Cristo. Uma boa maneira é estimular a cada um para que se comprometa a orar, fazer amizade e convidar os seus parentes, amigos e vizinhos com regularidade para que assistam os cultos e ouçam a Palavra de Deus, Não é preciso ir longe. O campo está perto de cada crente. Saiba que 99% das pessoas que frequentam a igreja, hoje, foram trazidas por alguém e não por um "programa".

10. Valorize os cultos nos lares, de maneira sistemática, sem se preocupar com nomenclatura. A igreja primitiva se reunia no templo e nas casas e a maioria absoluta das igrejas existentes tiveram início em reuniões familiares.

11. Pare de fazer conchavos políticos e buscar os favores de candidatos para esta ou aquela atividade. O custo não vale a pena, compromete a voz profética e gera insatisfação entre os crentes. A melhor coisa que uma igreja faz é realizar as suas atividades com a própria receita. Quem quiser contribuir, que o faça em oculto, quando os diáconos passarem com as salvas ou quando os crentes forem chamados ao gazofilácio.

12. Resista a tentação de não cumprir as propostas acima. Sempre haverá os insatisfeitos que forçarão a barra. O risco é grande de você quebrar o compromisso, mas a perseverança é companheira dos que querem alcançar os seus objetivos. Portanto, siga em frente, olhando apenas para Jesus. Você não será decepcionado.

Conclusão

Posso afirmar com segurança, que, com essas decisões, entre tantas outras que podem ser tomadas, sua igreja, ao final de um ano, terá progredido muito mais em todos os sentidos do que se você insistir com esse sistema carcomido que muito aparenta, mas pouca eficácia tem para a igreja como corpo vivo de Cristo na terra.

Extraido do Blog do conceituado Pastor Geremias do Couto
Escritor, jornalista, conferencista, autor do livro "A Transparência da Vida Cristã", um estudo teológico-devocional sobre o Sermão do Monte, comentarista da revista "Lições Bíblicas" para a Escola Dominical, publicada pela CPAD.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Romava o telhado.

A Palavra de Deus nos apresenta um quadro singular. Um paralítico estava sendo carregado por seus amigos em uma cama para ser apresentado a Jesus.
A casa onde Ele estava ficara completamente lotado com a multidão que tinha ido ouvir os ensinos e receber a libertação pelo Seu grande poder.
Aquele paralítico foi levado para cima do telhado e por entre as telhas o baixaram até Jesus que perdoou seus pecados e livrou-o da paralisia.
Estamos diante de um dos mais notáveis exemplos de restauração completa que o Livro de Deus nos apresenta.
Duas coisas se destacam na libertação desse homem: sua terrível necessidade física de cura e a presença do Senhor para curá-la.
O poder de curar de Deus está sempre presente quando alguém se acha enfermo ou aflito.
Deus ama você e deseja curá-lo agora. Todavia não há nada de mágico relacionado com a cura divina.
Você é curado por fé e só por fé, uma fé ativa a avançar sempre. A despeito dos obstáculos e adversidades a fé terá de às vezes remover telhados para conseguir
vitória.
A cura virá quando você satisfizeres as condições exigidas por Deus a fé em Jesus.
Confesse agora seus pecados suplique a libertação e a cura e estou certo de que chegou o momento de vitória para a sua vida.
Remova o telhado da incredulidade e da dúvida e torne-se livre agora em nome de Jesus.