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quarta-feira, 9 de junho de 2010

4 Modos para Identificar um Ídolo

Quando lemos sobre ídolos no Velho Testamento temos a tendência de pensar em pessoa da antiguidade se curvando diante de estátuas de madeira. Que bobagem a nossa! Quanta tolice! Mas a maioria de nós somos apenas idólatras modernos. E isso não é menos bobagem ou tolice. Estou convencido de que idolatria é nosso problema espiritual central. Talvez seja este o motivo de ser este o primeiro dos dez mandamentos?
No princípio, Deus nos criou a sua imagem. Nós o temos criado à nossa imagem desde então. Em vez de louvarmos ao Criador, nos acostumamos com muito menos. Achamos um deus substituto, com d minúsculo. E aqui é que está o ponto em que nos perdemos. A maioria dos ídolos são coisas boas, mas aquelas coisas boas se tornam em coisas más porque tomam o lugar de Deus. Em vez de se tornar o Propósito último, Deus de tornou um instrumento para esse fim. Queremos alguma coisa mais do que queremos a Deus. E tentamos usar Deus para conseguí-la.
Então, como identificamos um ídolo? Aqui estão quatro identificadores de ídolos:
1) O que ocupa nossos pensamentos? Seus sonhos são pistas para ídolos. Se há algo em que você pensa mais do que em Deus, então isso pode ser um ídolo.
2) Contra que maus hábitos você luta? Seus vícios são pistas para ídolos. Um ídolo é algo que você não controla. Ele te controla.
3) Em que você gasta dinheiro demais? Seus hábitos de gasto são pistas para ídolos. Onde estiver o seu tesouro, ali estará também o seu coração!
4) O que te causa as emoções mais fortes? Suas emoções intensas são pistas para ídolos. Se você quer identificar um ídolo, tudo o que tem a fazer é identificar suas ligações emocionais.
Identificar um ídolo gasta uma quantidade tremenda de análise da alma. E você tem que ser brutalmente honesto. Mas você não pode arrancá-lo até que saiba o que seja.

Adaptado do weblog de Mark Batterson

Vivendo a vida ao máximo

E foram todos os dias de Matusalém 969 anos; e morreu (Gênesis 5.27).
Se você perguntasse á maioria das pessoas se a vida longa é alvo desejável. Elas provavelmente diriam que sim. Se você perguntasse o motivo, elas poderiam dizer-lhes que poderiam viajar para lugares exóticos, experimentar as maravilhas da tecnologia futura, ler livro após livro e viver a vida ao máximo. Mas quantas delas sabem verdadeiramente o que significa viver ao Maximo?
A única razão para a fama bíblica de Matusalém é sua surpreendente longevidade – incríveis 969 anos. Mas nós não sabemos muito mais do que isso sobre ele. Ele nunca é mencionado nas Escrituras como homem de fé. Sequer sabemos se tinha um relacionamento com Deus, como seu pai Enoque. Sua longa existência certamente teria lhe dado incontáveis oportunidades de chegar mais perto de Deus, mas ele pode ter ignorado aquelas chances do mesmo jeito.
A extensão de nossas vidas não é tão importante quanto o é para quem nós vivemos. Uma vida curta entregue ao serviço de Cristo traz mais alegria a Deus do que um a vida longa vivida em egoísmo e buscas fúteis. Agradeça a Deus hoje pelo precioso dom da vida que Ele deu a você, e decida, com a ajuda dEle, dedicar cada momento a obedecê-lo e servir aos outros.
Uma vida longa sem a presença de Deus está condenada ao vazio.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Fé e Segurança de Verdade

Irei ter com o rei, ainda que não é segundo a lei (Ester 4.16)

Nós entesouramos segurança, apesar de sabermos que segurança nessa vida não oferece nenhuma garantia. Posses podem ser destruídas, a beleza acaba, relacionamentos podem ser quebrados, a morte que é inevitável. A segurança real tem que descansar em Deus e em sua natureza imutável.
Apesar de Ester haver ganho o coração do rei Xerxes, ela arriscou sua vida por tentar ver o rei quando ele não havia requisitado sua presença. Não havia garantia de que o rei sequer a veria. Apesar de ser a rainha, ela ainda não estava segura. Mas cuidadosamente e corajosamente, Ester decidiu arriscar sua posição de honra, riqueza e prestigio ao aproximar-se do rei em beneficio do seu povo. No dia escolhido ela foi até ele, e ele pediu que ela se aproximasse e falasse. O risco de Ester confirmou que Deus era a fonte de sua segurança.
Quanto de sua segurança repousa sobre suas posses, posição, ou reputação? Deus não deseja que você use tais dádivas em seu próprio beneficio. Ele pede que você o sirva. Como Ester, você pode arriscar a sua segurança para agradar a Deus, mas tais riscos o arrancarão da falsa esperança que este mundo oferece. Pense hoje sobre os meios práticos pelos quais você possa descansar mais firmemente sobre a segurança que só Deus pode oferecer.

Servir a Deus freqüentemente exige que arrisquemos nossa segurança.

Marcos Alencar,
Presbítero da AD em Mossoró Rn e Bacharelando em Teologia pela FACETE.