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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Mas tu, Senhor, és um escudo ao redor de mim, a minha glória, e aquele que exulta a minha cabeça. Salmos 3:3

Nos primeiros versículos, o salmos 3 registra um lamento diante de Deus, onde o salmista faz alusão a multiplicação dos seus inimigos e que os mesmos questionam que não haveria salvação em Deus. Aproximadamente um terço dos salmos pertencem a essa categoria; porém na complementação deste salmos registra-se a certeza e segurança que Deus está no controle de tudo e que no momento certo dará a vitória. A convicção é muito forte ao parafrasear que ó Senhor é seu escudo ao redor, sua glória e o que exulta sua cabeça mostrando confiança apesar das incertezas que lhe cerca. Em meio aos vendavais do mar vida, a presença de Jesus em nosso barco é imprescindível, pois Ele é quem aquieta o mar e traz bonança. Procuremos lançar sobre ele toda as nossas ansiedades, porque ele tem cuidado de nós, conforme I Pedro 5:7.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas. Salmos 2:3

Este salmos delineia algumas atitudes tomadas pelas nações e povos, relatando a rebeldia da raça humana contra Deus e sua lei em oposição a Cristo, ao crente e a fé bíblica. Com posição firme ao declarar: "rompamos e sacudamos de nós as suas cordas" expressa uma atitude de rebelião e negação à Deus ao ferir os princípios de relacionamento com o criador. A ingratidão, a falta de reconhecimento graça no meio dos povos complementado pela falta de conhecimento de Deus, a qual induz a atitudes desta forma. No contexto deste salmos, vemos que o Senhor rir dos intentos do mundo e conclama que sejam prudentes ao deixar-se instruir pelo juízes da terra e buscar a servi ao Senhor com temor e alegria.
Por que rebelar-se contra Deus? Colhemos aquilo que plantamos e levantar-se contra Deus conduz a derrota. Lembre-se o que Pedro disse a Jesus: " Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. " João 6:68

terça-feira, 15 de junho de 2010

Antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite. Salmos 1:2

Ao buscarmos as bençãos de Deus, certamente devemos estar apoiados na palavra de Deus com um coração aplicado à receber os ensinos e exortações vindos da mesma, refletindo de modo a trazer uma edificação espiritual e a uma firmação da fé. A lei do Senhor é imprescindível, pois remodela o nosso viver evitando o mal e baliza uma nova maneira de proceder. O prazer na lei do Senhor nos constrange a procurar obedecer a vontade de Deus pois o versículo seguinte assevera que somos como a árvore plantadas juntos a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria; ou seja: estamos ligados diretamente na fonte para termos uma vida transformada por meio da obediência.

domingo, 6 de junho de 2010

Não ameis o mundo

Ao escrever sua epístola, João foi muito incisivo ao posicionar-se que não deveríamos amar ao mundo, nem o que há no mundo (I João 2:15) e diante desta afirmativa podemos questionar que inseridos nesse mundo, estamos a buscar condições melhores de vida através do trabalho e conseqüentemente angariar bens e recursos, envolvendo-nos diretamente neste mundo.

Essa busca não é errada, é natural, mas devemos compreender este ponto respaldado no que Jesus afirma no sermão da montanha e entender que devemos construir nosso tesouro no céu, pondo inteiramente nosso coração nesse projeto, buscando em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça, pois as demais coisas serão acrescentadas (Mateus 6:19-21).

João procura mostrar que ao envolver-se cegamente neste mundo, as concupiscências da carne, dos olhos e a soberba da vida que não é do pai pode nos atingir e trazer conseqüências, esfriando a fé e a comunhão com Deus . Também deixa claro que isso passa, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre ( I João 2:16-17).

O mundo jaz no maligno (I João 5:19) e não podemos nos apegar, envolver, ser partícipes das ofertas do mundo que estão lançadas de forma sutil, lenvando-nos a distanciar de Deus ; mas permanecer alinhado com a palavra, onde aqui somos luz e sal deste mundo (Romanos 5:13, 14), firmes na convicção de transformarmos o mundo pelo conhecimento de Deus através da sua palavra (Romanos 12:2). Lembremos: estamos no mundo, mas não somos do mundo.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Lex Talionis

Nos primórdios, os governantes exerciam seus poderes sem qualquer limitação, de acordo com a vontade e humor do momento. Dessa forma, os súditos não tinham qualquer outra opção, a não ser obedecer através do temor sem qualquer restrição ou hesitação.

Em meio a esse caos da ilegalidade, surge a Lei de Talião, um primeiro avanço, que constituía em imputar ao condenado mal idêntico ao praticado, estabelecendo o princípio: “Olho por olho, dente por dente, vida por vida.” A partir daí, deu-se os avanços jurídico, culminando na ordem jurídica que rege a sociedade hoje.

Esse princípio foi absolvido pela legislação mosaica (Êxodo 21:23-24, Levítico 24:20 e Deuteronômio 24:21), porém com alguns atenuantes em função da intenção da prática do delito.
No princípio da era cristã, esse princípio, em parte era aplicado, pois a lei mosaica era balizadora das demandas e em seu bojo fazia uso da Lex Talionis e podemos constatar esse fato, quando Jesus no sermão da montanha tratou desta questão da seguinte maneira:

38 Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente.
39 Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;
40 e ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa;
41 e, se qualquer te obrigar a caminhar mil passos, vai com ele dois mil. (Mateus 5)

A posição de Jesus foi bem clara ao desaprovar esse princípio e lançar um novo modo de vida que consistia no perdão e amor ao próximo, contrariando todos os preceitos judeus, cujas leis tratavam severamente e até com pena de morte ao infrator.

Hoje, as margens da lei vêem se multiplicar esse princípio primário e por motivos banais as pessoas fazem justiças pelas próprias mãos. Não falo aqui do vingador de sangue, até tratado pela lei mosaica, onde se construía cidades refúgio, mas vemos em nossos dias que uma simples resposta dada e mal interpretada tem custado a vida de muitos.

A violência e a insegurança tem aumentado bastante sem perspectiva de recuar e nos deixa apenas uma opção de buscar socorro e refúgio no Senhor. Concluo convicto que só haverá mudança na sociedade se o povo se encher de Deus em sua vida e passar por uma transformação conforme Paulo descreve para a igreja em Coríntios.

Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (II Coríntios 5:17)

Que Deus continue abençoando a todos.

sábado, 22 de maio de 2010

Sou eu Deus?

Há momentos na vida que deparamos com situações inusitadas, que aos nossos olhos parecem insolúveis, circunstâncias que estão fora do nosso alcance e nos deixam impotentes para prosseguirmos. O possível pertence ao homem, cuja natureza humana impõe limites em muitas áreas da vida, para entendermos que o impossível pertence a Deus e quando age, nada o impede, Ele traz a inexistência à existência, faz a tempestade aquietar-se e garante que é o nosso socorro bem presente na angustia, pelo que não temeremos. (Salmos 46:1)

No livro de Reis, capítulo 5, relata-nos a história de Naamã quando o mesmo vai até Israel para ser curado de sua lepra. Naamã era o chefe do exército do rei da Síria, homem que conquistou muitas vitórias, valente, porém era leproso.

Por orientação de sua serva hebréia que estava em sua casa, foi ao rei e tomou carta e se dirigiu para Samaria, pois sua serva havia informado que havia um profeta em Israel, e que o mesmo poderia curá-lo.

Ao chegar em Israel, a comitiva de Naamã se dirigiu ao Rei de Israel, apresentou a carta cujo teor informava que Naamã fora enviado para ser curado. Diante disso, o rei de Israel cai em desespero, pois estabeleceu-se aos seus olhos o impossível, e bradou: "Sou eu Deus? Posso matar ou vivificar? Situação sem saída, sem escape para um homem que não temia a Deus. Lembremos-nos que o salmista quando se encontrou numa situação impossível, teve a quem apelar e clamou: "...de onde me vira o socorro?, e concluiu: meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra." (Salmos 121)

Ao tomar conhecimento, o Profeta Eliseu manda chamar Naamã à sua porta. Ao chegar, esperava ser recebido com honras e pompas, porém o profeta manda uma ordem que deveria lavar-se sete vezes no rio Jordão para ser curado. Foi bastante decepcionante para Naamã, porém nos ensina que Deus age da maneira que quer. Após muita insistência dos seus servos, o mesmo banha-se no Jordão e foi curado.
Um fato muito importante podemos ver nesse episódio, Naamã tentou presentear o profeta como gratidão pelo que ele fez, porém o mesmo nega-se receber pois sabia que à ele nenhuma honra deveria ser dada, le era apenas um canal da benção, pois a Deus pertencia a honra e a glória por aquele milagre.

Hoje, infelizmente, vemos pessoas usadas por Deus, deixar-se levar por essas situações e esquecem que apenas são instrumentos nas mãos de Deus. A Deus toda honra e glória.

sábado, 15 de maio de 2010

Bem está servo bom e fiel.

Refletindo a parábola dos talentos, podemos questionar sobre o que temos recebido de Deus; como estamos encarando este compromisso, com responsabilidade ou não? Como estamos desenvolvendo o que está em nossas mãos ou simplesmente estamos insatisfeitos porque consideramos insignificante o que recebemos... até pode-se dizer: "apenas sou um porteiro no templo... não sou reconhecido..." e ai meu irmão, Deus o reconhece, qual o problema? levante a cabeça, o importante é sermos úteis na obra do Senhor. Deus exalta os humildes; ninguém faça comum, o que Deus tem abençoado, palavras essas que Pedro ouviu na revelação que o conduziria até Cornélio, homem temente a Deus que precisava conhecer o plano da salvação. (Atos 10)

Veja a sentença proferida nesta parábola para aqueles que foram zelosos: "Bem está servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Entra no gozo do seu senhor." (Mateus 25:21), para o infiel, só resta a condenação eterna.

Nessa visão, muitos assumem cargos na igreja; são inconstantes quanto ao desenvolvimento do que tem recebido, querem cargos "relevantes" e serem reconhecidos, e mesmo assim, terminam fazendo a obra relaxadamente, sem um real envolvimento, sem exemplo para os que estão a sua volta...

Parafraseando o que Paulo diz a Timóteo, concluo:
"Ninguém despreze os talentos recebidos; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza.
Persiste em ler, exortar e ensinar, até que Jesus venha ou você vá." (I Timóteo 4:12-13)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Não desprezes o dom que há em ti

Ao escrever a Timóteo, Paulo exorta-o a não rejeitar o dom de profecia que havia recebido e por conseguinte, deveria ter cuidado e perseverar para que o progresso na obra de Deus fosso manifesto a todos (I Timóteo 4:14).

Deus contitui à igreja, obreiros nos diversos ministérios com o objetivo do aperfeiçoamento dos santos, para o desempenho do ministério, para a edificação do corpo de Cristo, até que cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento de Deus (Efésios 4.11-13)

Para aqueles que de uma maneira ou de outra fazem parte do ministério da igreja; essas palavras balizam o comprometimento com responsabilidade do desempenho ministerial de cada obreiro em face ao compromisso assumido com Deus. Paulo conclama a Timóteo que não deveria desprezar, negligenciar ou agir nesciamente em seu ministério, mas fosse exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé e na pureza. Para nós, obreiros, devemos seguir esses passos e procurar ser exemplo quanto a nossa vida diante de Deus para aqueles que estão a nossa volta.

Não sabemos quantos talentos Deus os confiou, mas independentemente do que está em suas mãos, desenvolva diligentemente, não importando se foi um ou dez talentos recebidos, mas multiplicando o que está em suas mãos. (Mateus 25.14:30)

Portanto irmãos, estejamos atentos a voz do Senhor e repondamos como o profeta Samuel: "Fala, pois o teu servo ouve.' (I Samuel 3.10)

Deus nos abençoe.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Fome e sede de justiça.

De maneira geral, o senso de justiça do homem é ambíguo, o que exerga para si, não vê para os outros. Suas faltas são acidentes, lapsos digno de desculpas; porém, a dos outros, é proposital, irresponsabilidade e indesculpável... e muitas vezes não consegue visualizar as circunstâncias com imparcialidade.

"Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos" (Mateus 5:6). Fome que nasce do espírito, naqueles que estão numa dimensão de comunhão com Deus e com o próximo, desprovido de interesses pessoais e alinhado com a palavra de Deus.

Na dimensão terrena, até podemos imaginar que no âmbito do judiciário teremos uma justiça perfeita; entretanto, poderemos nos decepcionar quanto aos resultados, pois os tribunais, por mais bem intencionados, cometem faltas, mesmos respaldados na legalidade, onde "bons advogados" conseguem converter a mentira em verdade, o errado em certo e assim por diante... mascarando a justiça.

A justiça de Deus é imparcial, aborrece o erro e abomina a balança enganosa, (Provérbios 11:1) julga conforme a retidão. Aos olhos de Deus não nos escondemos, Ele sonda o coração do homem e conhece os seus pensamentos, não podemos encobrir as mentiras, tudo está patente à Deus. (Salmos 139)

A natureza do homem é caída, falha... as nossas justiças são como trapo de imundície (Isaías. 64:6), portanto não glorie-se o homem em si mesmo, mas glorie-se em conhecer o Senhor, pois toda honra e gloria seja dada a Deus.

A justiça em nossas vidas não é opção, mas condição que nos assegura entrar nos reinos dos céus (Mateus 5:20) e a termos uma vida cristã sempre buscando a reta justiça de Deus em nossas vidas. Perfeitos, nunca seremos, mas busquemos em sinceridade de coração a sermos melhor.

William Alves

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A prova da vossa fé...

Há uma expressão usual que muitos já ouviram no sentido de não misturar as coisas que é: "não confunda alhos com bugalhos" e nesse sentido podemos dizer: "não confunda provação com tentação", pois são distintas. A tentação é de origem malígna que induz o homem ao pecado, afastando-o de Deus e a provação provém de Deus no sentido aproximá-lo mais de si, levando-o ao quebrantamento, à santidade e muitos outros valores espirituais.

Somos provados por que o Senhor nos ama e se somos o foco da sua atenção, leva-nos a entender que maiores propósitos tem para cada um de nós e devemos corresponder, buscando a adequar-se ao seu querer e atravessar as provações com resignação e entendimento, pois nos leva a uma esperança maior quanto aos propósitos de Deus para nossa vida. (Tiago 1.3:4)

Para extrair o ouro puro, o mesmo é levado ao fogo até ser purificado, alcançando um alto teor. Tal qual esse processo, muitos tem passado por prova semelhante, onde não tem nem saída; mas em meio a tormenta, Deus de revela como socorro bem presente(Salmos 46.1) e reverte a situação e seu nome é glorificado.

Em meio as provações desta vida, lembremos do Salmista que em suas aflições, questionava de onde viria seu socorro, porém conclui afirmando que seu socorro vinha do Senhor que fez os céus e a terra. (Salmos 121)

É isso irmãos, vamos confiar em nosso Deus, pois sempre após um temporal vem a bonança, que é Deus agindo. Em vez de murmurares, canta um hino de louvor a Deus....

William Alves

terça-feira, 27 de abril de 2010

Sujeitai-vos, pois a Deus...

Sujeitar-se a Deus, é o fundamento do cristão para enfrentar e resistir às tentações que vem sobre nossas vidas. (Tiago 4.7)

Ninguém é tão forte nessa área, a ponto de jactar-se da infabilidade ao ser tentado. Todos estamos inclinados a ser vencidos pelo pecado, se não estivermos sujeitos a Deus. A Bíblia assevera que: "Aquele, pois, que pensa entar em pé, cuide para que não caia." (I Corintios 10:12). Vigiar e orar nos mantém em guarda às ciladas e armadilhas do inimigo, fortalecidos a rechaçar toda seta malígina. (I Pedro 4:7)

Não diga o homem que Deus o tenta, porque Deus a ninguém tenta, pois o homem é atraído e engodado pela sua própria concupiscência (I Tigo 1:13) e não confundamos com provação, outro assunto a ser tratado na próxima reflexão. O desejo de pecar nasce no coração, e se não vencê-lo, afundaremos no pecado; que o diga Davi. (I Reis 11)

Jesus foi tentado, em nada cedeu, resistiu com autoridade, determinação, sem vacilar e com muita contudência em suas palavras finais ao dizer: "Vai-te Satanás..." (Mateus 4:10).

Jesus enfrentou e venceu, e você:
- que demora para terminar uma conversa picante?
- que tem dificuldade de resistir de dar aquela olhada na internet?
- que fica retornando àquele local, aquele grupo ou aquela situação onde sabe que o pecado mora lá?

Tome uma atitude... Jesus precisou dar um basta; e nós devemos tomar esse exemplo... cortemos o mal pela raiz.






sábado, 24 de abril de 2010

e não os impeçais de vir a mim...

Em certa ocasião, os discípulos tentaram impedir o acesso dos pequeninos à Jesus (Mateus 19.13:15), porém, essa atitude foi reprovada pelo Mestre ao contestar: "não os impeçais de vir a mim, pois dos tais é o reino dos céus". Jesus tinha um amor todo especial pelas crianças, pois, as mesmas, representam o que há de mais puro e santo, ao ponto de afirmar aos discípulos: "se não vos converterdes e não vos tarnardes como crianças, de modo algum entrareis no reido dos céus." (Mateus 18.3).

Analisando os dias de hoje, será que, de forma sútil, não impedimos as crianças virem a Jesus. O que dizer dos pais que negligenciam o apoio ao filho quanto aos trabalhos infantil da igreja, achando que é um passa tempo e um meio de se livrar dos filhos em suas casas por um tempo. Prova disso, é a pouca frequência dos pais nos cultos infantil.

A igreja tem se empenhado para oferecer as crianças o melhor, através de treinamentos de professores, material didático, melhorias nas instalações infantil e muito mais. Nesse elo, os pais são os atores principais, não são coadjuvantes, pois as crianças dependem das orientações dos pais. (Provérbios 22.6)

Os pais devem participar deste processo, acompanhando o desenvolvimento dos filhos, ensinando bons modos e inculcando aos filhos a palavra de Deus. (Deuteronônio 6.7:9)
Pergunto: Como serão estas crianças no futuro, se os pais forem inconsequentes?

É tempo de voltarmos a Deus e orar para criar em nossos corações o desejo de estar e aprender no seu santo templo e fazer a coisa certa. (Salmos 27.4)

Portanto, nós pais, reflitamos sobre o que estamos fazendo para levar, de forma correta, os nossos filhos a Jesus.

by William Alves

sexta-feira, 23 de abril de 2010

mas uma só é necessária...

Ao ministrar o sermão da montanha, Jesus aborda uma questão sobre a preocupação das demandas do dia-a-dia, tais como: o que havéis de comer, beber e vestir... (Mateus 6:25-34).

Esse assunto é muito atual, pois vivemos numa sociedade que ansiosamente busca por resultados e freneticamente todos são cobrados em todas as áreas da vida.

A nível de governo, busca-se melhores índices na economia, saúde, educação e outras áreas e por conseguinte, na política busca isso para diferenciar-se do seu antecessor sem consistência de continuidade de suas políticas sociais.

Já na iniciativa privada, corre-se atrás da excelência, trava-se batalhas empresarias para o ser o primeiro do segmento, numa corrida enérgica pela liderança.

Na vida pessoal, sempre estaremos inseridos em uma das situações anteriores, sendo cobrados, pressionados e muitas vezes por nós mesmos para vercer a qualquer custo, trazendo consequências para a nossa relação com Deus, para a nossa família e como resultado desagregação do lar.

Jesus nos ensina a não termos ansiedade quanto a estas questões; também não está dizendo que sejamos relapsos, descuidosos, vacilantes, omissos quanto a vida; devemos ir a luta, pois na Bíblia não encontramos apoio para o preguiçoso (Provérbios 6:6). Essa é uma questão de fé e confiar em Deus que ele supre nossas necessidades... sempre colocando o reino de Deus em primeiro lugar. (Mateus 6:33)

Temos que distinguir os volores da nossa vida para que em detrimento de uns, não venhamos supervalorizar outro... exemplo: colocar o trabalho acima da relação familiar...

Neste contexto, analisemos a visita feita por Jesus à casa de Marta e Maria (Lucas 10:38-42), a qual ficou bem retratado a questão abordada anteriormente: de um lado, Marta preocupada com os afazeres domésticos e do outro, Maria que ficou aos pés do Senhor ouvindo seus ensinos. Naquela circustância, Marta questiona que Maria deveria ajudá-la com os afazeres, porém Cristo afirma que Maria escolhera a melhor parte, a qual não será tirada.

Isso nos ensina que há tempo para todos os propósitos da vida (Eclesiastes 3:1) e com certeza devemos remir o tempo (Efésios 5:15-16) de maneira que não tenhamos desculpas, se formos negligentes com a nossa família, obra do Senhor, trabalho... Não andeis ansiosos pelo dia de amanhã, buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça e estas coisas vos serão acrescentadas.
(Mateus 6:33)

Deus vos abençõe..

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O futuro pertence a Deus?

Numa visão escatológica, o futuro está determinado por Deus e neste sentido, os acontecimentos relatados pelo Apóstolo João na Ilha de Patmos relativo à Igreja serão realizados no tempo de Deus, pois o futuro pertence a Ele.

Muitos estudiosos da Bíblia podem até fazer conjecturas, projeções e outras coisas mais, entretanto, não passam de incertezas, pois a Palavra de Deus afirma que o dia e hora destes acontecimentos só Deus sabe. (Mateus 25:13)

Com relação ao homem, o futuro pertence a Deus ou Não? Evidentemente que sim. Deus tem o futuro do homem em suas mãos, porém, concede ao mesmo o livre arbítrio, dando-lhe a condição pessoal de nortear seu futuro. (Apocalipse 3:20) Nesse sentido, quando o homem sai da direção de Deus, muitos tomam direções tortuosas sem volta e outros, conseguem se reerguer, tal qual o filho pródigo, reconhecendo seus pecados. (Lucas 15:18)

Uma certeza temos que Deus tem coisas especiais para aqueles que o buscam e é amoroso para dar oportunidades para aqueles que estão fora do seu plano. (Mateus 11:28)

Podemos ver o Amor de Deus quando enviou o Profeta Jeremias para levar uma palavra de reconciliação à Israel, com a profecia: "Pois Eu sei os planos que tenho para vós, diz o Senhor, planos de paz, e não de mal, para vos dar uma esperança e um futuro" Jr. 29:11. , evidenciando o desejo de reatar a comunhão com Israel e no contexto, versículo 13, deixa claro a condição ao afirmar: "Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo vosso coração."

Nesse paralelo, é isso que Deus, hoje, tem para o homem: planos de paz e de esperança desde que o mesmo o busque em espírito e verdade.